<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bioanalise</title>
	<atom:link href="https://www.bioanalisepva.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.bioanalisepva.com.br/</link>
	<description>Laboratório de Análises Clínicas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jan 2018 12:17:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/logo-bioanalise-retina-66x66.png</url>
	<title>Bioanalise</title>
	<link>https://www.bioanalisepva.com.br/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Aumente a resistência do seu organismo</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/resistencia-do-organismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 19:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1140</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alimentação regrada, rotina de exercícios físicos e carteira de vacinação em dia são essenciais para fortalecer o sistema de defesa do corpo. Em época de temperaturas mais amenas, muitos atribuem o aumento da incidência de doenças ao enfraquecimento do sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. No entanto, para Alberto Chebabo, especialista em infectologia que  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/resistencia-do-organismo/">Aumente a resistência do seu organismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alimentação regrada, rotina de exercícios físicos e carteira de vacinação em dia são essenciais para fortalecer o sistema de defesa do corpo.</strong></p>
<p>Em época de temperaturas mais amenas, muitos atribuem o aumento da incidência de doenças ao enfraquecimento do sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. No entanto, para Alberto Chebabo, especialista em infectologia que integra o corpo clínico do Laboratório Alvaro, a mudança de temperatura não é um fator determinante para a queda da imunidade.</p>
<p>&#8220;O que acontece é que durante o inverno as pessoas ficam mais suscetíveis às doenças devido ao maior contato com infectados e permanência em locais fechados”, explica. Entretanto, se o indivíduo estiver com seu sistema imunológico saudável, terá mais chances de combater as ameaças, como vírus e bactérias transmissoras das enfermidades.</p>
<p>De acordo com o médico, para que o sistema imunológico permaneça saudável, independentemente da estação, é preciso tomar alguns cuidados básicos e manter uma alimentação regrada, a rotina de exercícios físicos e a carteira de vacinação em dia.</p>
<p>&#8220;As vacinas são essenciais para aumentar as defesas do organismo, por isso é importante ficar atento ao calendário de vacinação anual, independentemente da idade ou estação”, reforça Chebabo. Para ele, as vacinas são a forma mais segura e eficaz de proteger o corpo contra algumas doenças, como a gripe e outras que podem ocasionar danos permanentes à saúde.</p>
<p>Um dos principais sintomas de baixa no sistema imunológico é a dificuldade para se recuperar de complicações. Herpes, otites, infecções, gripes, resfriados e abcessos (acúmulo de pus provocado por infecções bacterianas) são alguns dos problemas que podem aparecer com maior frequência. Outros sintomas como cansaço, queda de cabelo e problemas de pele podem ser sinais de alerta. Se um ou mais desses indícios se manifestar, um médico deve ser consultado para avaliação.</p>
<p>Confira abaixo mais algumas dúvidas esclarecidas pelo especialista:</p>
<p><ul style="--awb-size:16px;--awb-line-height:27.2px;--awb-icon-width:27.2px;--awb-icon-height:27.2px;--awb-icon-margin:11.2px;--awb-content-margin:38.4px;--awb-circlecolor:#1f97d7;--awb-circle-yes-font-size:14.08px;" class="fusion-checklist fusion-checklist-1 fusion-checklist-default type-icons"><li class="fusion-li-item" style=""><span class="icon-wrapper circle-yes"><i class="fusion-li-icon fa fa-check" aria-hidden="true"></i></span><div class="fusion-li-item-content"></p>
<p>Estresse x sistema imunológico: Quando a pessoa passa por situações de estresse, o organismo produz corticosteroides, hormônios que têm ação imunossupressora. Por isso, é importante deixar o nervosismo de lado e incluir as atividades físicas no dia a dia, já que elas ajudam a liberar a tensão acumulada.</p>
<p></div></li><li class="fusion-li-item" style=""><span class="icon-wrapper circle-yes"><i class="fusion-li-icon fa fa-check" aria-hidden="true"></i></span><div class="fusion-li-item-content"></p>
<p>Vacinas que possuem vírus: As vacinas podem ter vírus inativados, partículas virais ou vírus atenuados. As vacinas de vírus inativados ou de partículas virais não transmitem doenças. As vacinas de vírus vivo atenuado, como sarampo, rubéola e caxumba podem levar a quadros clínicos leves, sem gravidade. Além de aumentar as defesas do organismo, a vacinação é fundamental para evitar que as enfermidades se propaguem. &#8220;A popularização da vacina de poliomielite, por exemplo, tornou o Brasil um país livre da paralisia infantil”, lembra Chebabo.</p>
<p></div></li><li class="fusion-li-item" style=""><span class="icon-wrapper circle-yes"><i class="fusion-li-icon fa fa-check" aria-hidden="true"></i></span><div class="fusion-li-item-content"></p>
<p>Dormir mal: O sono é fundamental para diminuir os níveis de estresse do organismo. Sem ele, ficamos mais suscetíveis às doenças. Para adultos, recomenda-se de sete a oito horas de sono diárias.</p>
<p></div></li><li class="fusion-li-item" style=""><span class="icon-wrapper circle-yes"><i class="fusion-li-icon fa fa-check" aria-hidden="true"></i></span><div class="fusion-li-item-content"></p>
<p>Vitamina C: Se for consumida isoladamente, sem o balanceamento de outros nutrientes, não será de muita valia. Para aumentar a imunidade, tenha uma dieta equilibrada e procure consumir alimentos ricos em zinco (presente em castanhas, cogumelos e grãos), vitamina A (presente na cenoura, milho e abóbora) e vitamina E (presente em grãos, como o milho e a canola).</p>
<p></div></li></ul><div class="fusion-text fusion-text-1"></div></p>
<p>Fonte: http://www.alvaro.com.br/paginas/laboratorios/aumentar-resistencia-organismo</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/resistencia-do-organismo/">Aumente a resistência do seu organismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GOTA</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/gota/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:39:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<category><![CDATA[gota]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1083</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gota é uma doença caracterizada pela elevação de ácido úrico no sangue e surtos de artrite aguda secundários ao depósito de cristais de monourato de sódio. A concentração normal de ácido úrico no sangue é até 7,0 mg/ml. Dependendo do país estudado, pode chegar a 18% a população com ácido úrico acima de 7mg%. Entretanto,  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/gota/">GOTA</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gota é uma doença caracterizada pela elevação de ácido úrico no sangue e surtos de artrite aguda secundários ao depósito de cristais de monourato de sódio.</p>
<p>A concentração normal de ácido úrico no sangue é até 7,0 mg/ml. Dependendo do país estudado, pode chegar a 18% a população com ácido úrico acima de 7mg%. Entretanto, somente 20% dos hiperuricêmicos terão gota. Ou seja, ter ácido úrico alto não é igual a gota.</p>
<p>É importante detectar quem tem ácido úrico elevado pois muitas vezes esses indivíduos têm pressão alta, são diabéticos e têm aumento de gordura no sangue com aterosclerose e a descoberta da hiperuricemia faz com que indiretamente sejam diagnosticados os problemas sérios que já existiam.</p>
<p>Outro risco para hiperuricemia é desenvolver cálculos renais de ácido úrico ou, raramente, doença renal.</p>
<p>É uma doença de homens adultos. As mulheres passarão a ter crise de gota após a menopausa. Pode haver diagnóstico de gota em homem e mulher jovem mas certamente são situações raras.</p>
<p>Como se desenvolve?<br />
O mecanismo produtor da doença mais freqüente é a ausência congênita de um mecanismo enzimático que excreta ácido úrico pelos rins. Não havendo eliminação adequada, aumenta a concentração no sangue<br />
Outro defeito enzimático, bem menos comum, produz excesso de ácido úrico. Os rins, mesmo normais, não conseguem eliminar a carga exagerada de ácido úrico e este acumula-se no sangue<br />
Quando há hiperprodução há hiperexcreção renal de ácido úrico. Pode ser detectada medindo-se o ácido úrico em urina de 24 horas. Confirmando-se hiperexcreção, deve-se procurar outras causas menos comuns de hiperexcreção como policitemia vera (excesso de glóbulos vermelhos) e psoríase. Cabe ao médico orientar exames nesse sentido<br />
Alguns medicamentos diminuem a excreção renal do ácido úrico. Exemplos freqüentes são diuréticos e ácido acetil salicílico em dose baixa. Se esses não devem ser retirados é preferível mantê-los e tratar a gota. Quando a causa da hiperuricemia não é enzimática fala-se em gota secundária.</p>
<p>Clínica</p>
<p>Pacientes gotosos podem permanecer 20 a 30 anos com ácido úrico elevado antes da primeira crise. Em alguns casos, já houve crise de cálculo urinário.</p>
<p>A crise de artrite é bastante típica: o indivíduo vai dormir bem e acorda de madrugada com uma dor insuportável que em mais de 50% das vezes compromete o dedo grande do pé.</p>
<p>Há situações de dor tão forte que os pacientes não toleram lençol sobre a região afetada. Pode haver febre baixa e calafrios. A crise inicial dura 3 a 10 dias e desaparece completamente. O paciente volta a levar vida normal. Fica sem tratamento porque não foi orientado ou porque não optou pelo que foi prescrito.</p>
<p>Nova crise pode voltar em meses ou anos. A mesma articulação ou outra pode ser afetada. Qualquer articulação pode ser atingida. As dos membros inferiores são preferidas mas encontram-se gotosos com graves deformidades nas mãos. Não havendo tratamento, os espaços entre as crises diminuem e sua intensidade aumenta. Os surtos ficam mais prolongados e, mais tarde, com tendência a envolver mais de uma articulação. Há casos em que algumas articulações não ficam mais livres de sintomas.</p>
<p>Gotosos que tiveram seu diagnóstico tardiamente e os que não se tratam têm cristais de monourato de sódio depositados nas articulações, tendões, bursas e cartilagens (tofos). Podem assumir volumes enormes e deformarem gravemente as articulações.</p>
<p>São muito característicos os tofos volumosos localizados nos cotovelos. Apesar de não ser comum, quando aparecem na cartilagem do ouvido são úteis para diagnóstico de gota.</p>
<p>Diagnóstico</p>
<p>Na primeira crise, o diagnóstico definitivo de gota só é feito se forem encontrados cristais de ácido úrico no líquido aspirado da articulação.</p>
<p>Na ausência de líquido articular, mesmo sendo no dedo grande do pé, a primeira crise não deve ser rotulada antes de um período de acompanhamento pois há outras causas de inflamação neste local. Lembrar que somente 20% dos hiperuricêmicos terão gota. Se exames e a evolução não definirem outra doença o paciente deve ser seguido como portador de gota.</p>
<p>Pode ser muito fácil quando houver uma história clássica de monoartrite aguda muito dolorosa de repetição e ácido úrico elevado. Esse pode estar normal na crise. Quando a suspeita for grande, repetir a dosagem 2 semanas após. Alterações radiológicas podem ser típicas.</p>
<p>Nos pacientes com doença crônica já com deformidades e RX alterado não há dificuldades diagnósticas mas provavelmente haverá no tratamento. Pacientes nesse estado têm gota de difícil controle ou não se tratam.</p>
<p>Tratamento</p>
<p>Gota não cura! Mas há tratamento garantido!</p>
<p>Já vimos que o ácido úrico aumenta devido a defeitos na eliminação renal ou na sua produção. Em ambas situações os defeitos são genéticos, isto é, são definitivos. Se não forem seguidos permanentemente dieta e, na grande maioria das vezes, tratamento medicamentoso, o ácido úrico volta a subir e mais cedo ou mais tarde nova crise de gota virá.</p>
<p>Curiosamente, grande número de gotosos não entende ou assume o abandono do tratamento. A conseqüência não é somente nova crise de artrite aguda muito dolorosa mas o risco de desenvolver deformidades articulares que poderão ser bastante incômodas. Não se justifica, atualmente, gotoso ter novas crises e, muito menos, deformidades estabelecidas.<br />
alopurinol.</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/gota/">GOTA</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prevenção de complicações neonatais através da pesquisa de Streptococcus Beta Hemolítico em Gestantes</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/prevencao-de-complicacoes-neonatais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1080</guid>

					<description><![CDATA[<p>Prevenção de complicações neonatais através da pesquisa de Streptococcus Beta Hemolítico em Gestantes O conhecimento dos métodos laboratoriais para o diagnóstico precoce da infecção pelo Streptococcus beta hemolítico do grupo B ou Streptococcus agalactiae é fundamental, pois este patógeno constitui uma das principais causas de sepse neonatal, associada à mortalidade elevada. A incidência da infecção  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/prevencao-de-complicacoes-neonatais/">Prevenção de complicações neonatais através da pesquisa de Streptococcus Beta Hemolítico em Gestantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Prevenção de complicações neonatais através da pesquisa de Streptococcus Beta Hemolítico em Gestantes</strong></p>
<p>O conhecimento dos métodos laboratoriais para o diagnóstico precoce da infecção pelo Streptococcus beta hemolítico do grupo B ou Streptococcus agalactiae é fundamental, pois este patógeno constitui uma das principais causas de sepse neonatal, associada à mortalidade elevada. A incidência da infecção é de 1,3 a 3 por 1000 nascidos vivos.A colonização do trato digestivo baixo ocorre em cerca de 15 a 35% da população. Do trato digestivo baixo a bactéria pode colonizar os genitais, e menos freqüentemente o trato urinário. Deste modo, a colonização vaginal é intermitente, sendo a colonização anorretal mais constante.</p>
<p><strong>Etiopatogenia</strong></p>
<p>As mucosas dos tratos gênito-urinário e gastrintestinal da gestante são os sítios de aquisição do Streptococcus beta hemolítico do grupo B. A aderência do Streptococcus beta hemolítico do grupo B à superfície mucosa representa o evento inicial na colonização e infecção. Comparando com outras espécies bacterianas, esse patógeno adere de forma muito eficiente às células do epitélio vaginal e às membranas amnióticas. A presença do patógeno nestes sítios durante o parto é o principal fator para o RN adquirir infecção sintomática ou assintomática: 10 a 30% das gestantes são colonizadas pelo Streptococcus beta hemolítico do grupo B na região vaginal ou retal.</p>
<p>A aquisição da bactéria pode ocorrer no canal de parto, ou pela ascensão da bactéria para a cavidade uterina após ruptura de membranas. A transmissão ascendente para o útero aumenta o risco de disseminação da infecção. Os fatores de defesa do líquido amniótico podem impedir a proliferação do Streptococcus beta hemolítico do grupo B, embora algumas cepas possam se multiplicar mais efetivamente do que outras, dependendo do grau de virulência.</p>
<p>Deste modo, o crescimento no Líquido amniótico pode representar outro fator responsável pela diferença de virulência na infecção perinatal. A deglutição de Líquido amniótico infectado horas ou dias antes do parto pelo feto pode resultar em infecção precoce pós-parto. O risco do recém-nascido em adquirir infecção está diretamente relacionado com o número absoluto de microorganismos no canal de parto durante o nascimento.</p>
<p>Os principais fatores de risco clínicos para a aquisição do Streptococcus beta hemolítico do grupo B são: a ruptura prolongada de membranas (&gt; 18 horas), evidência de corioamnionite, ruptura prematura da bolsa (&lt; 37 semanas de idade gestacional), gestação múltipla, maior duração do trabalho de parto, febre materna intraparto (&gt; 38ºC), trabalho de parto prematuro, exposição a grande inóculo materno, antecedente materno de filho com doença invasiva por esta bactéria e bacteriúria durante a gestação. Recentemente os estudos têm demonstrado que o fator preditivo mais importante de infecção invasiva pelo Streptococcus beta hemolítico do grupo B é a exposição ao agente através do contato com o trato genital materno.</p>
<p>Maior maturidade fetal, inóculo bacteriano pequeno e menor grau de virulência do patógeno são fatores que diminuem o risco de doença invasiva pelo Streptococcus beta hemolítico do grupo B.</p>
<p>A imaturidade anatômica, bioquímica e imunológica pulmonar do RN, particularmente naqueles de muito baixo peso, favorece a multiplicação rápida do Streptococcus beta hemolítico do grupo B e a evolução fulminante da doença. Recentemente foi demonstrado que a expressão da beta hemolisina do Streptococcus beta hemolítico do grupo B está diretamente correlacionada com lesão de células pulmonares &#8220;in vitro“.</p>
<p>A pneumonia por Streptococcus beta hemolítico do grupo B caracteriza-se por lesão das células epiteliais, hemorragia alveolar e exsudato inflamatório. Os estudos realizados demonstraram deficiência de surfactante pulmonar (SP), com formação de membranas hialinas, secundária à ação do Streptococcus beta hemolítico do grupo B. A infecção pulmonar promove a diminuição da produção e interfere com a função do SP, devido ao influxo de proteínas plasmáticas para o interior dos alvéolos.</p>
<p><strong>Clínica</strong></p>
<p>Na maioria dos RN a infecção pelo Streptococcus beta hemolítico do grupo B está limitada à membrana mucosa, sendo resultado da contaminação de orofaringe, conteúdo gástrico ou trato intestinal pela deglutição do líquido amniótico infectado ou secreção vaginal.</p>
<p>A infecção neonatal pelo Streptococcus beta hemolítico do grupo B pode ocorrer como manifestação de início precoce, logo após o nascimento/primeiras horas de vida ou até sete dias depois (média 20 horas). A incidência é de 0,7 a 3,7 por 1000 nascidos vivos. Pode haver início tardio, que afeta RN com idade maior que sete dias (média 24 dias), podendo ocorrer até os três meses de vida. Nestes casos a principal manifestação clínica é a meningite, com incidência de 0,5 a 1,8 por 1000 nascidos vivos.</p>
<p>O quadro clínico correlacionado com o Streptococcus beta hemolítico do grupo B pode variar desde uma bacteremia assintomática até a sepse de evolução rapidamente progressiva, muitas vezes de evolução fatal. 56% dos RN com doença de início precoce são sintomáticos ao nascimento, entretanto, de 37 a 52% são sintomáticos com quatro a seis horas de vida.</p>
<p><strong>Microbiologia</strong></p>
<p>O Streptococcus agalactiae ou Estreptococo do grupo B ou GBS é um coco Gram positivo beta-hemolítico, de rápido crescimento nos meios usuais em microbiologia.<br />
Este microorganismo é encontrado como parte da microbiota do trato gastrintestinal e/ou do trato genito-urinário, sendo a sua presença neste último decorrente da colonização do primeiro. Os índices de colonização em gestantes variam de 10 a 30% .</p>
<p>A cultura rotineira de secreção vaginal detecta este patógeno, mas não tem a sensibilidade ideal, havendo, portanto, a necessidade do uso de um meio de enriquecimento específico. No Bioanálise, todas as pesquisas são realizadas em meio seletivo para S. agalactiae.</p>
<p><strong>Materiais Clínicos a serem Coletados para Análise</strong></p>
<p>Preconiza-se coletar um &#8220;swab&#8221; do canal vaginal, intróito vaginal. A coleta deve ser realizada entre a 35ª e 37ª semana de gestação, sendo este intervalo escolhido porque é aquele que apresenta melhores valores preditivos negativo (97%) e positivo (85%).</p>
<p><strong> Quimioprofilaxia</strong></p>
<p>O uso de antimicrobianos só está indicado como profilaxia ao início do trabalho de parto. Estudos mostram que 1 a 2% das crianças nascidas de mães colonizadas com Streptococcus beta hemolítico do grupo B e não submetidas a quimioprofilaxia desenvolvem doença. Esta é a base para uso da quimioprofilaxia. Esta estratégia é capaz de reduzir em trinta vezes a incidência de doença neonatal pelo Streptococcus beta hemolítico do grupo B.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A identificação de gestantes colonizadas com Streptococcus beta hemolítico do grupo B, e a implementação da quimioprofilaxia ao início do trabalho de parto podem reduzir significativamente as complicações por Streptococcus agalactiae em recém nascidos. O Bioanálise possui meios altamente especificos para realizar a cultura, isolamento e identicação do Streptococcus beta hemolítico do grupo B, com resultado rápido e preciso em 24 horas.</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/prevencao-de-complicacoes-neonatais/">Prevenção de complicações neonatais através da pesquisa de Streptococcus Beta Hemolítico em Gestantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teste do Pezinho</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/teste-do-pezinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1077</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Teste do Pezinho detecta várias doenças genéticas, metabólicas ou infecciosas que geralmente apresentam alguns sintomas após alguns meses de vida, por isso, é importante que seja realizado no primeiro mês de vida di bebê, preferencialmente na primeira semana e após 2 a 3 dias do nascimento. Na maioria dos casos, o diagnóstico precoce da  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/teste-do-pezinho/">Teste do Pezinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Teste do Pezinho detecta várias doenças genéticas, metabólicas ou infecciosas  que geralmente apresentam alguns sintomas após alguns meses de vida, por isso, é importante que seja realizado no primeiro mês de vida di bebê, preferencialmente na primeira semana e após 2 a 3 dias do nascimento.</p>
<p>Na maioria dos casos, o diagnóstico precoce da doença permite a adequação da dieta do bebê ou uso de medicamentos específicos que evitam o surgimento dos sintomas ou de complicações futuras no desenvolvimento físico e mental do bebê. Mesmo que os testes sejam negativos as doenças pesquisadas, isso não substitui o  acompanhamento do médico pediatra.</p>
<p>Doenças que o teste do pezinho detecta</p>
<p><strong>Fenilcetonúria (Pku)</strong><br />
Doença genética que decorre da deficiência ou ausência da enzima que atua sobre a fenilanina, acumulando este aminoácido no sangue. Se não diagnosticada essa doença pode acarretar grave retardamento mental nos portadores.</p>
<p><strong>Aminoácidopatias</strong><br />
Doença no qual o organismo não consegue digerir um aminoácido específico. O tratamento consiste em dietas específicas para cada tipo de aminoácido.</p>
<p><strong>Hipotiroidismo Congênito (HC)</strong><br />
Doença causada pela produção deficiente dos hormônios da tireóide. Neste caso podem ocorrer deficiências físicas e mentais em graus variados.</p>
<p><strong>Deficiência de Biotinidase</strong><br />
Incapacidade do organismo reter a vitamina biotina dos alimentos. Essa vitamina é importante para a atividade de várias enzimas, e a deficiência dela pode causar convulsões, ataxia, hipotonia, dermatite e atraso no desenvolvimento.</p>
<p><strong>Hiperplasia Adrenal Congênita</strong><br />
Produção de hormônios em grandes quantidades pela hipófise, resultando na estimulação demasiada da glândula adrenal. Os androgênios secretados durante o desenvolvimento do feto feminino podem causar a masculinização da genitália externa, no feto masculino os órgãos sexuais apresentam-se normais, mas a precocidade sexual torna-se aparente alguns meses depois. Nas pessoas afetadas, há crescimento acelerado e maturação óssea precoce, de modo que a estatura baixa é o resultado típico final.</p>
<p><strong>Fibrose Cística</strong><br />
Doença genética que causa problemas de absorção nos recém-nascidos e nas crianças. é responsável por anormalidades na secreção de muco, disfunção pancreática, problemas hepáticos, anormalidade da genitália masculina e insuficiência respiratória, dentre outras disfunções.</p>
<p><strong>Galactosemia</strong><br />
Doença hereditária causada por uma deficiência no metabolismo da galactose (açúcar presente no leite e seus derivados).  As pessoas que possuem níveis de galactose elevados no sangue podem sofrer de problemas como: vômitos, diarréia, dilatação do fígado, icterícia e em alguns casos, retardamento mental.</p>
<p><strong>Toxoplasmose Congênita</strong><br />
Nos indivíduos imunologicamente imaturos (como o recém-nascido), o Toxoplasma gondii (protozoário)  pode acatar vários órgãos e tecidos, causando formas graves de toxoplasmose e originando problemas meningoencefálicos, hepáticos, renais e oculares.</p>
<p><strong>Hemoglobinopatias</strong><br />
Doenças genéticas decorrentes de anormalidades na estrutura ou na produção da hemoglobina (molécula presente nos glóbulos vermelhos e responsável pelo transporte de oxigênio para os tecidos). As doenças mais frequentes relacionadas a estes distúrbios são: anemia já na infância, atraso do crescimento, esplenomegalia e infecção de repetição.</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/teste-do-pezinho/">Teste do Pezinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hepatite C</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/hepatite-c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1073</guid>

					<description><![CDATA[<p>A hepatite viral vem aumentando sua incidência nos últimos anos. Em contrapartida, neste mesmo período houve uma melhora na interpretação dos exames complementares assim como surgiram novos exames para auxiliar no diagnóstico e conduta dos infectados. A Sociedade Brasileira de Hepatologia apresentou um consenso sobre o diagnóstico e conduta nas infecções hepáticas pelo vírus tipo  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/hepatite-c/">Hepatite C</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hepatite viral vem aumentando sua incidência nos últimos anos. Em contrapartida, neste mesmo período houve uma melhora na interpretação dos exames  complementares assim como surgiram novos exames para auxiliar no diagnóstico e conduta dos infectados.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Hepatologia apresentou um consenso sobre o diagnóstico e conduta nas infecções hepáticas pelo vírus tipo C, que ressalta a importância dos exames complementares para o diagnóstico da infecção pelo HCV. Inicialmente, deve ser realizada a pesquisa de anti &#8211; HCV pelo método ELISA II ou III e a confirmação deve ser feita pela determinação qualitativa do RNA do HCV. Nos pacientes em que não foi  observado RNA do HCV, mas que possuam fatores de risco para infecção por HCV é recomendada a repetição do exame em 6 meses para validar a ausência de viremia.</p>
<p>Paciente imunossuprimidos (usuários de drogas ilícitas injetáveis, indivíduos transfundidos antes de 1993, profissionais da saúde com exposição ocupacional documentada, parceiros sexuais de portadores dom HCV, pacientes transplantados antes de 1993, pacientes em hemodiálise, pacientes com HIV e pacientes com alterações de aminotransferases) a detecção do RNA  viral deve ser solicitada independentemente do resultado do anti-HCV.</p>
<p>O Diagnóstico da hepatite aguda pelo HCV é confirmado em pacientes com detecção da RNA do HCV e o anti- HCV inicialmente negativo ou quando houver soroconversão.<br />
A genotipagem é fundamental para avaliar a orientação terapêutica dos portadores de hepatite C crônica. As formas mais freqüentes observadas no Brasil (genótipos 1,2 e 3) apresentam condutas diferentes para cada genótipo. A carga viral deve ser realizada, de um modo geral, antes do início do tratamento e 12 semanas após. Entretanto é imprescindível para avaliação  da carga viral que a técnica da quantificação do RNA seja padronizada  expressa em valores absolutos. Naqueles em que só houve queda da carga viral neste período e não houve negativação do RNA HCV deverá ser realizada determinação qualitativa do RNA na 24ª semana, e se positiva o tratamento deve ser interrompido.</p>
<p>Fonte: Sociedade Brasileira de Hepatologia. Laboratório Alvaro.</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/hepatite-c/">Hepatite C</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vitamina D</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/vitamina-d/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INFORMATIVOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1068</guid>

					<description><![CDATA[<p>A deficiência da Vitamina D no organismo sempre esteve relacionada à alterações na qualidade do osso, mas o que tem se observado nos últimos anos é que a Vitamina D interage com outras funções do organismo e que sua deficiência pode levar as mais diversas condições clínicas além da osteoporose. A deficiência da Vitamina D  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/vitamina-d/">Vitamina D</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A deficiência da Vitamina D no organismo sempre esteve relacionada à alterações na qualidade do osso, mas o que tem se observado nos últimos anos é que a Vitamina D interage com outras funções do organismo e que sua deficiência pode levar as mais diversas condições clínicas além da osteoporose.</p>
<p>A deficiência da Vitamina D está associada ao diabetes, infecções, doenças coronarianas, doenças autoimunes e até a obesidade.</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/vitamina-d/">Vitamina D</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ácido Úrico &#8211; Sintomas, Exames e Como Baixar</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/acido-urico-sintomas-exames-e-como-baixar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1054</guid>

					<description><![CDATA[<p>​O ácido úrico é uma substância formada pelo organismo através da decomposição da purina presente em alguns alimentos, como carne, feijão ou marisco. Geralmente, o ácido úrico não causa nenhum problema e é facilmente eliminado pelos rins, porém, quando existe algum problema renal, por exemplo, o ácido úrico pode se acumular nos tecidos, dando origem  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/acido-urico-sintomas-exames-e-como-baixar/">Ácido Úrico &#8211; Sintomas, Exames e Como Baixar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>​O ácido úrico é uma substância formada pelo organismo através da decomposição da purina presente em alguns alimentos, como carne, feijão ou marisco.</p>
<p>Geralmente, o ácido úrico não causa nenhum problema e é facilmente eliminado pelos rins, porém, quando existe algum problema renal, por exemplo, o ácido úrico pode se acumular nos tecidos, dando origem a Gota e provocando inflamação e dor nas articulações.</p>
<p>O <strong>​ácido úrico tem cura</strong>, pois os seus desiquilíbrios podem ser controlados através de uma alimentação equilibrada, rica em água e pobre em alimentos com muitas proteínas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-1058 aligncenter" src="http://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1-200x133.jpg 200w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1-300x200.jpg 300w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1-400x267.jpg 400w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1-600x400.jpg 600w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1.jpg 640w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<h2>Exame de ácido úrico</h2>
<p>O exame de ácido úrico, normalmente, é pedido pelo médico quando o paciente apresenta dor nas articulações ou quando existem suspeitas de doenças mais graves, como lesão renal ou leucemia.</p>
<p>O exame de ácido úrico pode ser feito através do exame do sangue ou através da analise da urina, sendo que os valores de referência são:</p>
<p><strong>Valor de referência de ácido úrico no sangue:</strong></p>
<ul>
<li>Mulher: 2,4 &#8211; 6,0 mg/dL</li>
<li>Homem: 3,4 &#8211; 7,0 mg/dL</li>
</ul>
<p><strong>Valor de referência de ácido úrico na urina:</strong></p>
<ul>
<li>Homem e mulher: 0,24 &#8211; 0,75 g/dia.</li>
</ul>
<p>O mais comum é que os valores do paciente estejam acima dos valores de referência e, por isso, deve-se iniciar o tratamento para ácido úrico alto. Mais raro, é o surgimento de <strong>ácido úrico baixo</strong> pois está relacionado com problemas congênitos, como Doença de Wilson.</p>
<h2>Sintomas de ácido úrico alto</h2>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1060 aligncenter" src="http://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2-200x133.jpg 200w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2-300x200.jpg 300w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2-400x267.jpg 400w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2-600x400.jpg 600w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2.jpg 640w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Os principais sintomas de ácido úrico alto são a dor, o inchaço, a vermelhidão e a dificuldade em movimentar uma articulação, especialmente nos dedos das mãos, joelhos, tornozelos, calcanhar e dedos dos pés.</p>
<p>Além disso, um sintoma comum e ácido úrico alto é o aparecimento constante de pedras nos rins, que causam dor intensa no fundo das costas e dificuldade para urinar, por exemplo.</p>
<h2>Como tratar o ácido úrico alto</h2>
<p>O tratamento para ácido úrico alto deve ser orientado por um reumatologista, mas, geralmente, inclui o uso de remédios para ácido úrico como Alopurinol, Probenecida ou Sulfinpirazona, e o uso de anti-inflamatórios, como Indometacina ou Ibuprofeno, para aliviar as dores nas articulações.</p>
<p>Durante o tratamento, também é muito importante fazer uma dieta para ácido úrico, evitando evitar o consumo de alimentos ricos em purina, como as carnes vermelhas, peixes e frutos do mar, assim como dar preferência a alimentos naturais ao invés dos industrializados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/acido-urico-sintomas-exames-e-como-baixar/">Ácido Úrico &#8211; Sintomas, Exames e Como Baixar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hepatites Virais</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/hepatites-virais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1018</guid>

					<description><![CDATA[<p>As hepatites virais são doenças infecciosas sistêmicas que afetam o fígado. Cinco diferentes vírus são reconhecidos como agentes etiológicos da hepatite viral humana: o vírus da hepatite A (HAV), o vírus da hepatite B (HBV), o vírus da hepatite C (HCV), o vírus da hepatite D ou Delta (HDV) e o vírus da hepatite E  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/hepatites-virais/">Hepatites Virais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<p>As hepatites virais são doenças infecciosas sistêmicas que afetam o fígado. Cinco diferentes vírus são reconhecidos como agentes etiológicos da hepatite viral humana: o vírus da hepatite A (HAV), o vírus da hepatite B (HBV), o vírus da hepatite C (HCV), o vírus da hepatite D ou Delta (HDV) e o vírus da hepatite E (HEV). Com exceção do HBV, que possui genoma DNA, todos os demais são vírus RNA.</p>
<p>Embora apresentando diferenças quanto ao tipo de genoma viral, estrutura molecular e classificação taxonômica, estes cinco agentes etiológicos têm o fígado como alvo primário e causam um processo necroinflamatório característico: a &#8220;hepatite&#8221;. Náusea, vômitos, mal-estar, dor-de-cabeça, e perda do apetite são os sintomas mais freqüentes na fase inicial da doença. Colúria (urina escura) e acolia (fezes esbranquiçadas) antecedem a fase ictérica (pele e olhos amarelados) que, em geral, coincide com alteração das provas de função hepática.</p>
<p>As hepatites A e E são transmitidas pela via orofecal e causam infecções agudas benignas, que evoluem para a cura sem necessidade de tratamento específico. As hepatites B, C e D podem evoluir para a hepatite crônica, que tem como principais complicações a cirrose e o carcinoma hepatocelular.</p>
<p><strong>HEPATITE A</strong> &#8211; transmissão oro-fecal, por água e alimentos contaminados ou contato pessoal com pessoas infectadas. O vírus da hepatite A tem distribuição mundial e apresenta maior disseminação em áreas onde são precárias as condições sanitárias e de higiene da população. Nestas áreas, a hepatite A apresenta-se como uma doença típica da infância. Com a melhoria das condições sócio-econômicas, os adultos jovens constituem o grupo mais susceptível à infecção.</p>
<p><strong>HEPATITE B</strong> &#8211; via primária de transmissão é a parenteral, por contato com sangue e hemoderivados. É também transmitida por contato sexual e de mãe infectada para o recém nascido (durante o parto ou no período perinatal). Grupos de alto risco incluem os usuários de drogas injetáveis, homossexuais/heterossexuais com múltipos parceiros.</p>
<p><strong>HEPATITE C</strong> &#8211; a forma mais comum de transmissão é a parenteral, por exposição percutânea direta ao sangue, hemoderivados ou instrumental cirúrgico contaminado. Receptores de sangue e derivados, usuários de drogas injetáveis, pacientes de hemodiálise e profissionais de sáude (vítimas de acidentes pérfuro-cortantes) apresentam alto risco de infecção pelo HCV.</p>
<p><strong>HEPATITE D</strong> &#8211; O agente Delta é um vírus defectivo que precisa, para sua replicação e expressão, da função auxiliar do vírus da hepatite B. A forma de transmissão é similar à da hepatite B. A hepatite D apresenta caráter endêmico nas regiões de alta prevalência para a hepatite B, onde a transmissão se dá principalmente por vias não-parenterais (vertical ou por contato pessoal ). Nos países apresentando baixa prevalência para a hepatite B, a infecção pelo vírus Delta ocorre principalmente entre os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos.</p>
<p><strong>HEPATITE E</strong> &#8211; a forma mais freqüente de transmissão é por ingestão de água contaminada; menor probabilidade de transmissão por contato pessoa. O vírus da hepatite E (HEV) assim como o da hepatite A, causa uma infecção benigna que não evolui para a forma crônica. Os casos mais graves são observados entre as gestantes: 20% das que contraem o HEV evoluem para a forma fulminante, fatal em 80% dos casos.</p>
<p>O diagnóstico laboratorial das hepatites virais inclui as provas da função hepática e a pesquisa de marcadores sorológicos específicos (antígenos e anticorpos). Testes complementares para a detecção direta do genoma viral podem ser necessários para confirmação diagnóstica, determinação do genótipo infectante ou monitoramento da resposta à terapia antiviral.</p>
<p>As medidas preventivas incluem o saneamento básico, as boas práticas de higiene pessoal, o uso de preservativos, o uso de agulhas e seringas descartáveis, o não compartilhamento de objetos pérfuro-cortantes (barbeadores, instrumentos de manicure/pedicure, etc). Já existem vacinas para as hepatites A e B; esta última pode ser adquirida nos postos de saúde da rede pública.</p>
<p>Indivíduos infectados pelo vírus da hepatite B têm 5% a 10% de risco de tornarem-se doentes crônicos. Na hepatite C, o risco é de 85%. O tratamento das hepatites B e C é feito com agentes antivirais, com 70% e 35% de sucesso, respectivamente.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>REID, A.E.; Dienstag, J.L. Viral Hepatitis. In: Richman, D.D. Whitley, R.J.; Hayden<br />
F.G. (eds.) Clinical Virology. New York, Churchill Livingstone Inc., 1997.</p>
<p>HOUGHTON, M. Hepatitis C virus. In: Fields et al. (eds.) Virology. 3. ed.;<br />
Philadelphia, Lippincott-Raven, 1995.</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/hepatites-virais/">Hepatites Virais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Zika Vírus &#8211; Sintomas, Tratamentos e Causas</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/zika-virus-sintomas-tratamentos-e-causas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 13:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[aedes]]></category>
		<category><![CDATA[aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=894</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é Zika Vírus? Sinônimos: febre zika, vírus zika Zika Vírus (ZKV) é um vírus transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti (mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya) e o Aedes albopictus. O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto,  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/zika-virus-sintomas-tratamentos-e-causas/">Zika Vírus &#8211; Sintomas, Tratamentos e Causas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-background-position:left top;--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-padding-top:100px;--awb-padding-bottom:75px;--awb-border-sizes-top:0px;--awb-border-sizes-bottom:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="--awb-padding-top:0px;--awb-padding-right:40px;--awb-padding-bottom:0px;--awb-padding-left:40px;--awb-bg-color:#ffffff;--awb-bg-color-hover:#ffffff;--awb-bg-size:cover;--awb-border-color:#dddddd;--awb-border-top:0px;--awb-border-right:0px;--awb-border-bottom:0px;--awb-border-left:0px;--awb-border-style:solid;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-text fusion-text-2"><h2 class="accordion-dois">O que é Zika Vírus?</h2>
<div id="11-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<p>Sinônimos: febre zika, vírus zika</p>
<div>
<p>Zika Vírus (ZKV) é um vírus transmitido pelos mosquitos <em>Aedes aegypti</em> (mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya) e o <em>Aedes albopictus</em>. O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto, somente em 1954 os primeiros casos em seres humanos foram relatados, na Nigéria. O vírus Zika atingiu a Oceania em 2007 e a Polinésia Francesa no ano de 2013. O Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus em 2015, no Rio Grande do Norte e na Bahia. Atualmente, sua presença já está documentada em cerca de 70 países.</p>
</div>
<h2 class="accordion-dois">Causas</h2>
<div id="12-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<h3>Transmissão</h3>
<p>O contágio principal pelo ZKV se dá pela picada do mosquito que, após se alimentar com sangue de alguém contaminado, pode transportar o ZKV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele.</p>
<p>O ciclo de transmissão ocorre do seguinte modo: a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidade prodigiosa e o mosquito adulto vive em média 45 dias. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de 3 a 12 dias para o Zika vírus causar sintomas.</p>
<p>A transmissão do ZKV raramente ocorre em temperaturas abaixo de 16° C, sendo que a temperatura mais propícia gira em torno de 30° a 32° C &#8211; por isso ele se desenvolve preferencialmente em áreas tropicais e subtropicais. A fêmea coloca os ovos em condições adequadas (lugar quente e úmido) e em 48 horas o embrião se desenvolve. É importante lembrar que os ovos que carregam o embrião do mosquito transmissor da Zika Vírus podem suportar até um ano a seca e serem transportados por longas distâncias, grudados nas bordas dos recipientes e a espera um ambiente úmido para se desenvolverem. Essa é uma das razões para a difícil erradicação do mosquito. Para passar da fase do ovo até a fase adulta, o inseto demora dez dias, em média. Os mosquitos acasalam no primeiro ou no segundo dia após se tornarem adultos. Depois, as fêmeas passam a se alimentar de sangue, que possui as proteínas necessárias para o desenvolvimento dos ovos.</p>
</div>
<p>O mosquito Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte. No entanto, mesmo nas horas quentes ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. Por ser um mosquito que voa baixo &#8211; até dois metros &#8211; é comum ele picar nos joelhos, panturrilhas e pés.</p>
<h3>Outras formas de transmissão</h3>
<p>Uma gestante pode transmitir o ZKV para o feto durante a gravidez e essa forma de transmissão está relacionada a ocorrência de microcefalia e outros defeitos cerebrais graves do feto, além disso, alterações articulares, oculares e outras malformações vem sendo relacionadas à transmissão do ZKV da mãe para o feto e estão em estudo.</p>
<p>O Zika vírus pode ser transmitido através de relação sexual de uma pessoa com Zika para os seus parceiros ou parceiras, mesmo que a pessoa infectada não apresente os sintomas da doença. Existem estudos em andamento para descobrir por quanto tempo o ZKV permanece no sêmen e nos fluidos vaginais das pessoas contaminadas e por quanto tempo ele pode ser transmitido aos parceiros sexuais. No sêmen, alguns trabalhos científicos relatam um longo tempo de permanência do ZKV, mesmo muito depois do desaparecimento dos sintomas.</p>
<p>Pessoas com a intenção ter filhos, que vivam em regiões de transmissão para o Zika, devem conversar com o médico sobre medidas preventivas no pré e pós-concepção. Essa recomendação se torna ainda mais importante quando um dos indivíduos tem ou já teve o diagnóstico de Zika. Pode ser necessário aguardar um período de até 6 meses para reduzir o risco de transmissão de um indivíduo para o outro e eventualmente da mãe para o feto.</p>
<p>Os meios de transmissão saliva, urina ou leite materno ainda não foram confirmados. Apesar de o vírus ter sido identificado nesses fluídos corporais de pessoas contaminadas com o Zika vírus, não existem relatos de que ocorra transmissão por essas vias.</p>
<p>Há ainda a possibilidade de transmissão por transfusão sanguínea e outros derivados, com o reporte de alguns casos no Brasil, nos quais a transmissão ocorreu provavelmente por esta via. Com essa preocupação, recentemente a Anvisa em conjunto com o Ministério da Saúde lançou Nota Técnica com algumas recomendações em relação a triagem clínica de doadores de sangue, que essencialmente estipulam prazos entre a ocorrência da doença ou contato sexual com alguém doente e a liberação para a doação de sangue.</p>
<h2 class="accordion-dois">Sintomas de Zika Vírus</h2>
<div id="23-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>Os sinais de infecção pelo Zika vírus são parecidos com os sintomas de dengue, e começam de 3 a 12 dias após a picada do mosquito. A maior parte dos indivíduos, cerca de 80 %, após se infectar com ZKV não desenvolverá qualquer sintoma da doença. Os sintomas de Zika Vírus, quando presentes, são:</p>
<ul>
<li>Febre baixa (entre 37,8° e 38,5°C)</li>
<li>Dor nas articulações (artralgia), mais frequentemente nas articulações das mãos e pés, com possível inchaço</li>
<li>Dor muscular (mialgia)</li>
<li>Dor de cabeça e atrás dos olhos</li>
<li>Erupções cutâneas (exantemas), acompanhadas de coceira. Podem afetar o rosto, o tronco e alcançar membros periféricos, como mãos e pés</li>
<li>Conjuntivite: um quadro de vermelhidão e inchaço nos olhos, mas em que não ocorre secreção.</li>
</ul>
<p>Sintomas mais raros de infecção pelo Zika vírus incluem:</p>
<ul>
<li>Dor abdominal</li>
<li>Diarreia</li>
<li>Constipação</li>
<li>Fotofobia</li>
<li>Pequenas úlceras na mucosa oral.</li>
</ul>
<p>Os sintomas costumam ter duração de cerca de 2 a 7 dias. Em casos eventuais, as dores nas articulações podem persistir por volta de 1 mês.</p>
<h2 class="accordion-dois">Diagnóstico e Exames</h2>
<div id="34-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>O diagnóstico da infecção pelo Zika vírus pode ser feito apenas através dos sinais e sintomas em regiões onde sabidamente há circulação da doença e/ou por exames laboratoriais específicos.</p>
<p>Os exames laboratoriais atualmente estão mais disponíveis, e são basicamente de 3 tipos:</p>
<ul>
<li>Isolamento viral: técnica complexa, normalmente restrita a laboratórios de pesquisa</li>
<li>RT-PCR: detecção do material genético do vírus, usualmente realizada nos primeiros dias de doença</li>
<li>Sorologia: com vários métodos disponíveis, podendo ser realizada mesmo depois do RT-PCR ter se tornado negativo. A sorologia pode apresentar reações cruzadas, ou seja, resultados falsos positivos em pessoas com dengue e pessoas vacinadas para febre amarela.</li>
</ul>
<p>Em junho de 2016, a Agência Nacional de Saúde Suplementar &#8211; ANS, estabeleceu a inclusão extraordinária de testes para Zika para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus, bem como para os recém-nascidos com malformação congênita sugestivas de infecção pelo Zika no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Na prática isto estabelece a cobertura obrigatória desses exames pelos planos de saúde para os seus segurados, respeitadas as indicações mencionadas acima.</p>
<h2 class="accordion-dois">Tratamento e Cuidados</h2>
<div id="45-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>O tratamento para o Zika vírus é sintomático. Isso que dizer quer não há tratamento específico para a doença, só para alívio dos sintomas. Para limitar a transmissão do vírus, os pacientes devem ser mantidos protegidos das picadas dos mosquitos transmissores, evitando assim que os insetos se contaminem e possam transmitir a doença para outras pessoas. Para isso, recomenda-se o uso de mosquiteiros, repelentes e demais medidas preventivas durante a fase de viremia &#8211; período em que há circulação do vírus na corrente sanguínea &#8211; que costuma durar cerca de 6 dias a partir do início dos sintomas.</p>
<p>Pacientes afetados com Zika Vírus podem usar medicamentos e analgésicos. Entretanto, assim como na dengue e febre chikungunya, os medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina) ou que contenham a substância associada devem ser evitados. Eles podem aumentar o risco de sangramentos. Anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno e piroxicam) também devem ser evitados.</p>
<p>O paracetamol e a dipirona são os medicamentos de escolha para o alívio dos sintomas de dor e febre devido ao seu perfil de segurança, sendo recomendado tanto pelo Ministério da Saúde, como pela Organização Mundial da Saúde. É importante ainda ingerir muito líquido para evitar a desidratação.</p>
<p>Os sintomas regridem espontaneamente após 4-7 dias. Na persistência dos sintomas por períodos mais longos, volte ao médico para investigar outras doenças ou complicações.</p>
<h2 class="accordion-dois">Complicações possíveis</h2>
<div id="57-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<h3>Microcefalia e Vírus Zika</h3>
<p>Em outubro de 2015, a partir de 26 casos de microcefalia notificados à Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, iniciou-se um trabalho nacional de vigilância em investigação de casos desse agravo, até então, muito incomum, de baixa incidência.</p>
<p>O que se seguiu a esse evento foi a identificação de mais e mais casos, em diversos estados, principalmente no nordeste do país, com a crescente preocupação com a possível correlação desses casos com a ocorrência do surto de zika nessa região no início do mesmo ano.</p>
<p>A partir de intenso esforço da comunidade científica nacional e internacional, pode-se estabelecer de forma concreta a relação causal para a ocorrência desses eventos: a infecção pelo Zika Vírus na gestação.</p>
<p>Várias questões permanecem ainda sem resposta como: em que fase da gestação o vírus zika pode causar alterações congênitas, em que proporção as gestantes infectadas pelo zika transmitem a infecção aos fetos, por quanto tempo após a aquisição da infecção permanece o risco dessa transmissão, entre diversas outras indagações.</p>
<p>Sem tratamento específico, as complicações causadas pelo Zika vírus na gestação podem ser diminuidas pelo diagnóstico e acompanhamento precoce dos recém-nascidos acometidos e o Ministério da Saúde estabeleceu protocolos específicos para identificação dos casos.</p>
<h3>Zika Vírus e a Sídrome de Guillain-Barré</h3>
<p>A síndrome de Guillain-Barré é uma doença de ocorrência rara caracterizada por fraqueza em braços e pernas e, que pode progredir causando paralisias e afetando inclusive os músculos que controlam a respiração. Os sintomas podem durar algumas semanas a meses. Em sua maioria, os pacientes acometidos recuperam-se totalmente, mas alguns podem permanecer com sequelas permanentes.</p>
<p>A doença de Guillain-Barré é caracterizada pelo ataque do sistema imunológico contra as células nervosas do próprio indivíduo. Muitas vezes, a doença surge após quadros de infecção, com vários micro-organismos sabidamente relacionados a ocorrência dos casos.</p>
<p>Países que tiveram surtos de Zika recentemente, têm relatado aumentos dos casos de Guillain-Barré, e pesquisas sugerem que esta síndrome está fortemente associada a infecção pelo Zika. No entanto, importante reforçar que uma mínima proporção de indivíduos que apresentaram Zika possivelmente desenvolverá a síndrome.</p>
<h2 class="accordion-dois">Prevenção</h2>
<div id="69-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>O mosquito Aedes aegypti é o principal transmissor do vírus e suas larvas nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução desse vetor é a melhor forma de se prevenir contra o Zika vírus. Veja como:</p>
<h3>Evite o acúmulo de água</h3>
<p>O mosquito coloca seus ovos em água limpa, mas não necessariamente potável. Por isso é importante jogar fora pneus velhos, virar garrafas com a boca para baixo e, caso o quintal seja propenso à formação de poças, realizar a drenagem do terreno. Também é necessário lavar a vasilha de água do bicho de estimação regularmente e manter fechadas tampas de caixas d&#8217;água e cisternas.</p>
<h3>Coloque areia nos vasos de plantas</h3>
<p>O uso de pratos nos vasos de plantas pode gerar acúmulo de água. Há três alternativas: eliminar esse prato, lavá-lo regularmente ou colocar areia. A areia conserva a umidade e ao mesmo tempo evita que e o prato se torne um criadouro de mosquitos.</p>
<p>Ralos pequenos de cozinhas e banheiros raramente tornam-se foco de Zika Vírus devido ao constante uso de produtos químicos, como xampu, sabão e água sanitária. Entretanto, alguns ralos são rasos e conservam água estagnada em seu interior. Nesse caso, o ideal é que ele seja fechado com uma tela ou que seja higienizado com desinfetante regularmente.</p>
<h3>Limpe as calhas</h3>
<p>Grandes reservatórios, como caixas d&#8217;água, são os criadouros mais produtivos de <em>Aedes</em>, mas as larvas do mosquito podem ser encontradas em pequenas quantidades de água também. Para evitar até essas pequenas poças, calhas e canos devem ser checados todos os meses, pois um leve entupimento pode criar reservatórios ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti.</p>
<h3>Coloque tela nas janelas</h3>
<p>Embora não seja tão eficaz, uma vez que as pessoas não ficam o dia inteiro em casa, colocar telas em portas e janelas pode ajudar a proteger sua família contra o mosquito <em>Aedes aegypti</em>. O problema é quando o criadouro está localizado dentro da residência. Nesse caso, a estratégia não será bem sucedida. Por isso, não se esqueça de que a eliminação dos focos da doença é a maneira mais eficaz de proteção.</p>
<h3>Cuide dos lagos caseiros e aquários</h3>
<p>Peixes são grandes predadores de formas aquáticas de mosquitos e, portanto, lagos e aquários representem um risco menor para proliferação do mosquito. O cuidado maior deve ser dado às piscinas que não são limpas com frequência.</p>
<h3>Seja consciente com seu lixo</h3>
<p>Não despeje lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos. Assim você garante que eles ficarão desobstruídos, evitando acúmulo e até mesmo enchentes. Em casa, deixe as latas de lixo sempre bem tampadas.</p>
<h3>Use de repelentes</h3>
<p>Repelentes são uma importante estratégia de proteção a picada de mosquitos. Recomenda-se, o uso de produtos industrializados, certificados pela ANVISA. Repelentes caseiros, como andiroba, cravo-da-índia, citronela e óleo de soja não possuem forte comprovação científica de sua eficácia e não devem ser utilizados em substituição aos produtos aprovados pelas agências reguladoras para essa finalidade. Os produtos atualmente comercializados e autorizados como repelentes no Brasil podem ser utilizados na gestação e amamentação com segurança. O uso desses repelentes em crianças deve respeitar as restrições da embalagem e discutidas com o pediatra. A frequência e o modo de usar variam de um produto para o outro e também devem ser seguidas de acordo com a embalagem. Protetores solares podem reduzir a atividade dos repelentes. Quando usados ao conjuntamente, aplique o protetor antes da aplicação do repelente.</p>
<h3>Use de roupas protetoras</h3>
<p>O uso de roupas que cobrem braços e pernas reduz a área de exposição corporal a picadas de insetos e configura uma boa estratégia de prevenção de doenças transmitidas por esses agentes. Alguns produtos do mercado, contém substâncias repelentes como a permetrina que aumentam a eficácia dessa estratégia.</p>
</div>
<p><span style="color: #cccccc;">Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/zika-virus" target="_blank" rel="noopener">http://www.minhavida.com.br/saude/temas/zika-virus</a></span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/zika-virus-sintomas-tratamentos-e-causas/">Zika Vírus &#8211; Sintomas, Tratamentos e Causas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
