<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos ARTIGOS - Bioanalise</title>
	<atom:link href="https://www.bioanalisepva.com.br/category/artigos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.bioanalisepva.com.br/category/artigos/</link>
	<description>Laboratório de Análises Clínicas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Jul 2017 14:20:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/logo-bioanalise-retina-66x66.png</url>
	<title>Arquivos ARTIGOS - Bioanalise</title>
	<link>https://www.bioanalisepva.com.br/category/artigos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Aumente a resistência do seu organismo</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/resistencia-do-organismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 19:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1140</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alimentação regrada, rotina de exercícios físicos e carteira de vacinação em dia são essenciais para fortalecer o sistema de defesa do corpo. Em época de temperaturas mais amenas, muitos atribuem o aumento da incidência de doenças ao enfraquecimento do sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. No entanto, para Alberto Chebabo, especialista em infectologia que  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/resistencia-do-organismo/">Aumente a resistência do seu organismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alimentação regrada, rotina de exercícios físicos e carteira de vacinação em dia são essenciais para fortalecer o sistema de defesa do corpo.</strong></p>
<p>Em época de temperaturas mais amenas, muitos atribuem o aumento da incidência de doenças ao enfraquecimento do sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. No entanto, para Alberto Chebabo, especialista em infectologia que integra o corpo clínico do Laboratório Alvaro, a mudança de temperatura não é um fator determinante para a queda da imunidade.</p>
<p>&#8220;O que acontece é que durante o inverno as pessoas ficam mais suscetíveis às doenças devido ao maior contato com infectados e permanência em locais fechados”, explica. Entretanto, se o indivíduo estiver com seu sistema imunológico saudável, terá mais chances de combater as ameaças, como vírus e bactérias transmissoras das enfermidades.</p>
<p>De acordo com o médico, para que o sistema imunológico permaneça saudável, independentemente da estação, é preciso tomar alguns cuidados básicos e manter uma alimentação regrada, a rotina de exercícios físicos e a carteira de vacinação em dia.</p>
<p>&#8220;As vacinas são essenciais para aumentar as defesas do organismo, por isso é importante ficar atento ao calendário de vacinação anual, independentemente da idade ou estação”, reforça Chebabo. Para ele, as vacinas são a forma mais segura e eficaz de proteger o corpo contra algumas doenças, como a gripe e outras que podem ocasionar danos permanentes à saúde.</p>
<p>Um dos principais sintomas de baixa no sistema imunológico é a dificuldade para se recuperar de complicações. Herpes, otites, infecções, gripes, resfriados e abcessos (acúmulo de pus provocado por infecções bacterianas) são alguns dos problemas que podem aparecer com maior frequência. Outros sintomas como cansaço, queda de cabelo e problemas de pele podem ser sinais de alerta. Se um ou mais desses indícios se manifestar, um médico deve ser consultado para avaliação.</p>
<p>Confira abaixo mais algumas dúvidas esclarecidas pelo especialista:</p>
<p><ul style="--awb-size:16px;--awb-line-height:27.2px;--awb-icon-width:27.2px;--awb-icon-height:27.2px;--awb-icon-margin:11.2px;--awb-content-margin:38.4px;--awb-circlecolor:#1f97d7;--awb-circle-yes-font-size:14.08px;" class="fusion-checklist fusion-checklist-1 fusion-checklist-default type-icons"><li class="fusion-li-item" style=""><span class="icon-wrapper circle-yes"><i class="fusion-li-icon fa fa-check" aria-hidden="true"></i></span><div class="fusion-li-item-content"></p>
<p>Estresse x sistema imunológico: Quando a pessoa passa por situações de estresse, o organismo produz corticosteroides, hormônios que têm ação imunossupressora. Por isso, é importante deixar o nervosismo de lado e incluir as atividades físicas no dia a dia, já que elas ajudam a liberar a tensão acumulada.</p>
<p></div></li><li class="fusion-li-item" style=""><span class="icon-wrapper circle-yes"><i class="fusion-li-icon fa fa-check" aria-hidden="true"></i></span><div class="fusion-li-item-content"></p>
<p>Vacinas que possuem vírus: As vacinas podem ter vírus inativados, partículas virais ou vírus atenuados. As vacinas de vírus inativados ou de partículas virais não transmitem doenças. As vacinas de vírus vivo atenuado, como sarampo, rubéola e caxumba podem levar a quadros clínicos leves, sem gravidade. Além de aumentar as defesas do organismo, a vacinação é fundamental para evitar que as enfermidades se propaguem. &#8220;A popularização da vacina de poliomielite, por exemplo, tornou o Brasil um país livre da paralisia infantil”, lembra Chebabo.</p>
<p></div></li><li class="fusion-li-item" style=""><span class="icon-wrapper circle-yes"><i class="fusion-li-icon fa fa-check" aria-hidden="true"></i></span><div class="fusion-li-item-content"></p>
<p>Dormir mal: O sono é fundamental para diminuir os níveis de estresse do organismo. Sem ele, ficamos mais suscetíveis às doenças. Para adultos, recomenda-se de sete a oito horas de sono diárias.</p>
<p></div></li><li class="fusion-li-item" style=""><span class="icon-wrapper circle-yes"><i class="fusion-li-icon fa fa-check" aria-hidden="true"></i></span><div class="fusion-li-item-content"></p>
<p>Vitamina C: Se for consumida isoladamente, sem o balanceamento de outros nutrientes, não será de muita valia. Para aumentar a imunidade, tenha uma dieta equilibrada e procure consumir alimentos ricos em zinco (presente em castanhas, cogumelos e grãos), vitamina A (presente na cenoura, milho e abóbora) e vitamina E (presente em grãos, como o milho e a canola).</p>
<p></div></li></ul><div class="fusion-text fusion-text-1"></div></p>
<p>Fonte: http://www.alvaro.com.br/paginas/laboratorios/aumentar-resistencia-organismo</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/resistencia-do-organismo/">Aumente a resistência do seu organismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ácido Úrico &#8211; Sintomas, Exames e Como Baixar</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/acido-urico-sintomas-exames-e-como-baixar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1054</guid>

					<description><![CDATA[<p>​O ácido úrico é uma substância formada pelo organismo através da decomposição da purina presente em alguns alimentos, como carne, feijão ou marisco. Geralmente, o ácido úrico não causa nenhum problema e é facilmente eliminado pelos rins, porém, quando existe algum problema renal, por exemplo, o ácido úrico pode se acumular nos tecidos, dando origem  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/acido-urico-sintomas-exames-e-como-baixar/">Ácido Úrico &#8211; Sintomas, Exames e Como Baixar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>​O ácido úrico é uma substância formada pelo organismo através da decomposição da purina presente em alguns alimentos, como carne, feijão ou marisco.</p>
<p>Geralmente, o ácido úrico não causa nenhum problema e é facilmente eliminado pelos rins, porém, quando existe algum problema renal, por exemplo, o ácido úrico pode se acumular nos tecidos, dando origem a Gota e provocando inflamação e dor nas articulações.</p>
<p>O <strong>​ácido úrico tem cura</strong>, pois os seus desiquilíbrios podem ser controlados através de uma alimentação equilibrada, rica em água e pobre em alimentos com muitas proteínas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-1058 aligncenter" src="http://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1-200x133.jpg 200w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1-300x200.jpg 300w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1-400x267.jpg 400w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1-600x400.jpg 600w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_1.jpg 640w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<h2>Exame de ácido úrico</h2>
<p>O exame de ácido úrico, normalmente, é pedido pelo médico quando o paciente apresenta dor nas articulações ou quando existem suspeitas de doenças mais graves, como lesão renal ou leucemia.</p>
<p>O exame de ácido úrico pode ser feito através do exame do sangue ou através da analise da urina, sendo que os valores de referência são:</p>
<p><strong>Valor de referência de ácido úrico no sangue:</strong></p>
<ul>
<li>Mulher: 2,4 &#8211; 6,0 mg/dL</li>
<li>Homem: 3,4 &#8211; 7,0 mg/dL</li>
</ul>
<p><strong>Valor de referência de ácido úrico na urina:</strong></p>
<ul>
<li>Homem e mulher: 0,24 &#8211; 0,75 g/dia.</li>
</ul>
<p>O mais comum é que os valores do paciente estejam acima dos valores de referência e, por isso, deve-se iniciar o tratamento para ácido úrico alto. Mais raro, é o surgimento de <strong>ácido úrico baixo</strong> pois está relacionado com problemas congênitos, como Doença de Wilson.</p>
<h2>Sintomas de ácido úrico alto</h2>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1060 aligncenter" src="http://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2-200x133.jpg 200w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2-300x200.jpg 300w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2-400x267.jpg 400w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2-600x400.jpg 600w, https://www.bioanalisepva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/acido-urico_2.jpg 640w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Os principais sintomas de ácido úrico alto são a dor, o inchaço, a vermelhidão e a dificuldade em movimentar uma articulação, especialmente nos dedos das mãos, joelhos, tornozelos, calcanhar e dedos dos pés.</p>
<p>Além disso, um sintoma comum e ácido úrico alto é o aparecimento constante de pedras nos rins, que causam dor intensa no fundo das costas e dificuldade para urinar, por exemplo.</p>
<h2>Como tratar o ácido úrico alto</h2>
<p>O tratamento para ácido úrico alto deve ser orientado por um reumatologista, mas, geralmente, inclui o uso de remédios para ácido úrico como Alopurinol, Probenecida ou Sulfinpirazona, e o uso de anti-inflamatórios, como Indometacina ou Ibuprofeno, para aliviar as dores nas articulações.</p>
<p>Durante o tratamento, também é muito importante fazer uma dieta para ácido úrico, evitando evitar o consumo de alimentos ricos em purina, como as carnes vermelhas, peixes e frutos do mar, assim como dar preferência a alimentos naturais ao invés dos industrializados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/acido-urico-sintomas-exames-e-como-baixar/">Ácido Úrico &#8211; Sintomas, Exames e Como Baixar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hepatites Virais</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/hepatites-virais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 19:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=1018</guid>

					<description><![CDATA[<p>As hepatites virais são doenças infecciosas sistêmicas que afetam o fígado. Cinco diferentes vírus são reconhecidos como agentes etiológicos da hepatite viral humana: o vírus da hepatite A (HAV), o vírus da hepatite B (HBV), o vírus da hepatite C (HCV), o vírus da hepatite D ou Delta (HDV) e o vírus da hepatite E  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/hepatites-virais/">Hepatites Virais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<p>As hepatites virais são doenças infecciosas sistêmicas que afetam o fígado. Cinco diferentes vírus são reconhecidos como agentes etiológicos da hepatite viral humana: o vírus da hepatite A (HAV), o vírus da hepatite B (HBV), o vírus da hepatite C (HCV), o vírus da hepatite D ou Delta (HDV) e o vírus da hepatite E (HEV). Com exceção do HBV, que possui genoma DNA, todos os demais são vírus RNA.</p>
<p>Embora apresentando diferenças quanto ao tipo de genoma viral, estrutura molecular e classificação taxonômica, estes cinco agentes etiológicos têm o fígado como alvo primário e causam um processo necroinflamatório característico: a &#8220;hepatite&#8221;. Náusea, vômitos, mal-estar, dor-de-cabeça, e perda do apetite são os sintomas mais freqüentes na fase inicial da doença. Colúria (urina escura) e acolia (fezes esbranquiçadas) antecedem a fase ictérica (pele e olhos amarelados) que, em geral, coincide com alteração das provas de função hepática.</p>
<p>As hepatites A e E são transmitidas pela via orofecal e causam infecções agudas benignas, que evoluem para a cura sem necessidade de tratamento específico. As hepatites B, C e D podem evoluir para a hepatite crônica, que tem como principais complicações a cirrose e o carcinoma hepatocelular.</p>
<p><strong>HEPATITE A</strong> &#8211; transmissão oro-fecal, por água e alimentos contaminados ou contato pessoal com pessoas infectadas. O vírus da hepatite A tem distribuição mundial e apresenta maior disseminação em áreas onde são precárias as condições sanitárias e de higiene da população. Nestas áreas, a hepatite A apresenta-se como uma doença típica da infância. Com a melhoria das condições sócio-econômicas, os adultos jovens constituem o grupo mais susceptível à infecção.</p>
<p><strong>HEPATITE B</strong> &#8211; via primária de transmissão é a parenteral, por contato com sangue e hemoderivados. É também transmitida por contato sexual e de mãe infectada para o recém nascido (durante o parto ou no período perinatal). Grupos de alto risco incluem os usuários de drogas injetáveis, homossexuais/heterossexuais com múltipos parceiros.</p>
<p><strong>HEPATITE C</strong> &#8211; a forma mais comum de transmissão é a parenteral, por exposição percutânea direta ao sangue, hemoderivados ou instrumental cirúrgico contaminado. Receptores de sangue e derivados, usuários de drogas injetáveis, pacientes de hemodiálise e profissionais de sáude (vítimas de acidentes pérfuro-cortantes) apresentam alto risco de infecção pelo HCV.</p>
<p><strong>HEPATITE D</strong> &#8211; O agente Delta é um vírus defectivo que precisa, para sua replicação e expressão, da função auxiliar do vírus da hepatite B. A forma de transmissão é similar à da hepatite B. A hepatite D apresenta caráter endêmico nas regiões de alta prevalência para a hepatite B, onde a transmissão se dá principalmente por vias não-parenterais (vertical ou por contato pessoal ). Nos países apresentando baixa prevalência para a hepatite B, a infecção pelo vírus Delta ocorre principalmente entre os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos.</p>
<p><strong>HEPATITE E</strong> &#8211; a forma mais freqüente de transmissão é por ingestão de água contaminada; menor probabilidade de transmissão por contato pessoa. O vírus da hepatite E (HEV) assim como o da hepatite A, causa uma infecção benigna que não evolui para a forma crônica. Os casos mais graves são observados entre as gestantes: 20% das que contraem o HEV evoluem para a forma fulminante, fatal em 80% dos casos.</p>
<p>O diagnóstico laboratorial das hepatites virais inclui as provas da função hepática e a pesquisa de marcadores sorológicos específicos (antígenos e anticorpos). Testes complementares para a detecção direta do genoma viral podem ser necessários para confirmação diagnóstica, determinação do genótipo infectante ou monitoramento da resposta à terapia antiviral.</p>
<p>As medidas preventivas incluem o saneamento básico, as boas práticas de higiene pessoal, o uso de preservativos, o uso de agulhas e seringas descartáveis, o não compartilhamento de objetos pérfuro-cortantes (barbeadores, instrumentos de manicure/pedicure, etc). Já existem vacinas para as hepatites A e B; esta última pode ser adquirida nos postos de saúde da rede pública.</p>
<p>Indivíduos infectados pelo vírus da hepatite B têm 5% a 10% de risco de tornarem-se doentes crônicos. Na hepatite C, o risco é de 85%. O tratamento das hepatites B e C é feito com agentes antivirais, com 70% e 35% de sucesso, respectivamente.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>REID, A.E.; Dienstag, J.L. Viral Hepatitis. In: Richman, D.D. Whitley, R.J.; Hayden<br />
F.G. (eds.) Clinical Virology. New York, Churchill Livingstone Inc., 1997.</p>
<p>HOUGHTON, M. Hepatitis C virus. In: Fields et al. (eds.) Virology. 3. ed.;<br />
Philadelphia, Lippincott-Raven, 1995.</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/hepatites-virais/">Hepatites Virais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Zika Vírus &#8211; Sintomas, Tratamentos e Causas</title>
		<link>https://www.bioanalisepva.com.br/zika-virus-sintomas-tratamentos-e-causas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitehouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 13:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[aedes]]></category>
		<category><![CDATA[aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bioanalisepva.com.br/?p=894</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é Zika Vírus? Sinônimos: febre zika, vírus zika Zika Vírus (ZKV) é um vírus transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti (mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya) e o Aedes albopictus. O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto,  [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/zika-virus-sintomas-tratamentos-e-causas/">Zika Vírus &#8211; Sintomas, Tratamentos e Causas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-background-position:left top;--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-padding-top:100px;--awb-padding-bottom:75px;--awb-border-sizes-top:0px;--awb-border-sizes-bottom:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="--awb-padding-top:0px;--awb-padding-right:40px;--awb-padding-bottom:0px;--awb-padding-left:40px;--awb-bg-color:#ffffff;--awb-bg-color-hover:#ffffff;--awb-bg-size:cover;--awb-border-color:#dddddd;--awb-border-top:0px;--awb-border-right:0px;--awb-border-bottom:0px;--awb-border-left:0px;--awb-border-style:solid;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy"><div class="fusion-text fusion-text-2"><h2 class="accordion-dois">O que é Zika Vírus?</h2>
<div id="11-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<p>Sinônimos: febre zika, vírus zika</p>
<div>
<p>Zika Vírus (ZKV) é um vírus transmitido pelos mosquitos <em>Aedes aegypti</em> (mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya) e o <em>Aedes albopictus</em>. O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto, somente em 1954 os primeiros casos em seres humanos foram relatados, na Nigéria. O vírus Zika atingiu a Oceania em 2007 e a Polinésia Francesa no ano de 2013. O Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus em 2015, no Rio Grande do Norte e na Bahia. Atualmente, sua presença já está documentada em cerca de 70 países.</p>
</div>
<h2 class="accordion-dois">Causas</h2>
<div id="12-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<h3>Transmissão</h3>
<p>O contágio principal pelo ZKV se dá pela picada do mosquito que, após se alimentar com sangue de alguém contaminado, pode transportar o ZKV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele.</p>
<p>O ciclo de transmissão ocorre do seguinte modo: a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidade prodigiosa e o mosquito adulto vive em média 45 dias. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de 3 a 12 dias para o Zika vírus causar sintomas.</p>
<p>A transmissão do ZKV raramente ocorre em temperaturas abaixo de 16° C, sendo que a temperatura mais propícia gira em torno de 30° a 32° C &#8211; por isso ele se desenvolve preferencialmente em áreas tropicais e subtropicais. A fêmea coloca os ovos em condições adequadas (lugar quente e úmido) e em 48 horas o embrião se desenvolve. É importante lembrar que os ovos que carregam o embrião do mosquito transmissor da Zika Vírus podem suportar até um ano a seca e serem transportados por longas distâncias, grudados nas bordas dos recipientes e a espera um ambiente úmido para se desenvolverem. Essa é uma das razões para a difícil erradicação do mosquito. Para passar da fase do ovo até a fase adulta, o inseto demora dez dias, em média. Os mosquitos acasalam no primeiro ou no segundo dia após se tornarem adultos. Depois, as fêmeas passam a se alimentar de sangue, que possui as proteínas necessárias para o desenvolvimento dos ovos.</p>
</div>
<p>O mosquito Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte. No entanto, mesmo nas horas quentes ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. Por ser um mosquito que voa baixo &#8211; até dois metros &#8211; é comum ele picar nos joelhos, panturrilhas e pés.</p>
<h3>Outras formas de transmissão</h3>
<p>Uma gestante pode transmitir o ZKV para o feto durante a gravidez e essa forma de transmissão está relacionada a ocorrência de microcefalia e outros defeitos cerebrais graves do feto, além disso, alterações articulares, oculares e outras malformações vem sendo relacionadas à transmissão do ZKV da mãe para o feto e estão em estudo.</p>
<p>O Zika vírus pode ser transmitido através de relação sexual de uma pessoa com Zika para os seus parceiros ou parceiras, mesmo que a pessoa infectada não apresente os sintomas da doença. Existem estudos em andamento para descobrir por quanto tempo o ZKV permanece no sêmen e nos fluidos vaginais das pessoas contaminadas e por quanto tempo ele pode ser transmitido aos parceiros sexuais. No sêmen, alguns trabalhos científicos relatam um longo tempo de permanência do ZKV, mesmo muito depois do desaparecimento dos sintomas.</p>
<p>Pessoas com a intenção ter filhos, que vivam em regiões de transmissão para o Zika, devem conversar com o médico sobre medidas preventivas no pré e pós-concepção. Essa recomendação se torna ainda mais importante quando um dos indivíduos tem ou já teve o diagnóstico de Zika. Pode ser necessário aguardar um período de até 6 meses para reduzir o risco de transmissão de um indivíduo para o outro e eventualmente da mãe para o feto.</p>
<p>Os meios de transmissão saliva, urina ou leite materno ainda não foram confirmados. Apesar de o vírus ter sido identificado nesses fluídos corporais de pessoas contaminadas com o Zika vírus, não existem relatos de que ocorra transmissão por essas vias.</p>
<p>Há ainda a possibilidade de transmissão por transfusão sanguínea e outros derivados, com o reporte de alguns casos no Brasil, nos quais a transmissão ocorreu provavelmente por esta via. Com essa preocupação, recentemente a Anvisa em conjunto com o Ministério da Saúde lançou Nota Técnica com algumas recomendações em relação a triagem clínica de doadores de sangue, que essencialmente estipulam prazos entre a ocorrência da doença ou contato sexual com alguém doente e a liberação para a doação de sangue.</p>
<h2 class="accordion-dois">Sintomas de Zika Vírus</h2>
<div id="23-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>Os sinais de infecção pelo Zika vírus são parecidos com os sintomas de dengue, e começam de 3 a 12 dias após a picada do mosquito. A maior parte dos indivíduos, cerca de 80 %, após se infectar com ZKV não desenvolverá qualquer sintoma da doença. Os sintomas de Zika Vírus, quando presentes, são:</p>
<ul>
<li>Febre baixa (entre 37,8° e 38,5°C)</li>
<li>Dor nas articulações (artralgia), mais frequentemente nas articulações das mãos e pés, com possível inchaço</li>
<li>Dor muscular (mialgia)</li>
<li>Dor de cabeça e atrás dos olhos</li>
<li>Erupções cutâneas (exantemas), acompanhadas de coceira. Podem afetar o rosto, o tronco e alcançar membros periféricos, como mãos e pés</li>
<li>Conjuntivite: um quadro de vermelhidão e inchaço nos olhos, mas em que não ocorre secreção.</li>
</ul>
<p>Sintomas mais raros de infecção pelo Zika vírus incluem:</p>
<ul>
<li>Dor abdominal</li>
<li>Diarreia</li>
<li>Constipação</li>
<li>Fotofobia</li>
<li>Pequenas úlceras na mucosa oral.</li>
</ul>
<p>Os sintomas costumam ter duração de cerca de 2 a 7 dias. Em casos eventuais, as dores nas articulações podem persistir por volta de 1 mês.</p>
<h2 class="accordion-dois">Diagnóstico e Exames</h2>
<div id="34-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>O diagnóstico da infecção pelo Zika vírus pode ser feito apenas através dos sinais e sintomas em regiões onde sabidamente há circulação da doença e/ou por exames laboratoriais específicos.</p>
<p>Os exames laboratoriais atualmente estão mais disponíveis, e são basicamente de 3 tipos:</p>
<ul>
<li>Isolamento viral: técnica complexa, normalmente restrita a laboratórios de pesquisa</li>
<li>RT-PCR: detecção do material genético do vírus, usualmente realizada nos primeiros dias de doença</li>
<li>Sorologia: com vários métodos disponíveis, podendo ser realizada mesmo depois do RT-PCR ter se tornado negativo. A sorologia pode apresentar reações cruzadas, ou seja, resultados falsos positivos em pessoas com dengue e pessoas vacinadas para febre amarela.</li>
</ul>
<p>Em junho de 2016, a Agência Nacional de Saúde Suplementar &#8211; ANS, estabeleceu a inclusão extraordinária de testes para Zika para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus, bem como para os recém-nascidos com malformação congênita sugestivas de infecção pelo Zika no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Na prática isto estabelece a cobertura obrigatória desses exames pelos planos de saúde para os seus segurados, respeitadas as indicações mencionadas acima.</p>
<h2 class="accordion-dois">Tratamento e Cuidados</h2>
<div id="45-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>O tratamento para o Zika vírus é sintomático. Isso que dizer quer não há tratamento específico para a doença, só para alívio dos sintomas. Para limitar a transmissão do vírus, os pacientes devem ser mantidos protegidos das picadas dos mosquitos transmissores, evitando assim que os insetos se contaminem e possam transmitir a doença para outras pessoas. Para isso, recomenda-se o uso de mosquiteiros, repelentes e demais medidas preventivas durante a fase de viremia &#8211; período em que há circulação do vírus na corrente sanguínea &#8211; que costuma durar cerca de 6 dias a partir do início dos sintomas.</p>
<p>Pacientes afetados com Zika Vírus podem usar medicamentos e analgésicos. Entretanto, assim como na dengue e febre chikungunya, os medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina) ou que contenham a substância associada devem ser evitados. Eles podem aumentar o risco de sangramentos. Anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno e piroxicam) também devem ser evitados.</p>
<p>O paracetamol e a dipirona são os medicamentos de escolha para o alívio dos sintomas de dor e febre devido ao seu perfil de segurança, sendo recomendado tanto pelo Ministério da Saúde, como pela Organização Mundial da Saúde. É importante ainda ingerir muito líquido para evitar a desidratação.</p>
<p>Os sintomas regridem espontaneamente após 4-7 dias. Na persistência dos sintomas por períodos mais longos, volte ao médico para investigar outras doenças ou complicações.</p>
<h2 class="accordion-dois">Complicações possíveis</h2>
<div id="57-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<h3>Microcefalia e Vírus Zika</h3>
<p>Em outubro de 2015, a partir de 26 casos de microcefalia notificados à Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, iniciou-se um trabalho nacional de vigilância em investigação de casos desse agravo, até então, muito incomum, de baixa incidência.</p>
<p>O que se seguiu a esse evento foi a identificação de mais e mais casos, em diversos estados, principalmente no nordeste do país, com a crescente preocupação com a possível correlação desses casos com a ocorrência do surto de zika nessa região no início do mesmo ano.</p>
<p>A partir de intenso esforço da comunidade científica nacional e internacional, pode-se estabelecer de forma concreta a relação causal para a ocorrência desses eventos: a infecção pelo Zika Vírus na gestação.</p>
<p>Várias questões permanecem ainda sem resposta como: em que fase da gestação o vírus zika pode causar alterações congênitas, em que proporção as gestantes infectadas pelo zika transmitem a infecção aos fetos, por quanto tempo após a aquisição da infecção permanece o risco dessa transmissão, entre diversas outras indagações.</p>
<p>Sem tratamento específico, as complicações causadas pelo Zika vírus na gestação podem ser diminuidas pelo diagnóstico e acompanhamento precoce dos recém-nascidos acometidos e o Ministério da Saúde estabeleceu protocolos específicos para identificação dos casos.</p>
<h3>Zika Vírus e a Sídrome de Guillain-Barré</h3>
<p>A síndrome de Guillain-Barré é uma doença de ocorrência rara caracterizada por fraqueza em braços e pernas e, que pode progredir causando paralisias e afetando inclusive os músculos que controlam a respiração. Os sintomas podem durar algumas semanas a meses. Em sua maioria, os pacientes acometidos recuperam-se totalmente, mas alguns podem permanecer com sequelas permanentes.</p>
<p>A doença de Guillain-Barré é caracterizada pelo ataque do sistema imunológico contra as células nervosas do próprio indivíduo. Muitas vezes, a doença surge após quadros de infecção, com vários micro-organismos sabidamente relacionados a ocorrência dos casos.</p>
<p>Países que tiveram surtos de Zika recentemente, têm relatado aumentos dos casos de Guillain-Barré, e pesquisas sugerem que esta síndrome está fortemente associada a infecção pelo Zika. No entanto, importante reforçar que uma mínima proporção de indivíduos que apresentaram Zika possivelmente desenvolverá a síndrome.</p>
<h2 class="accordion-dois">Prevenção</h2>
<div id="69-collapse" class="accordion-dois-conteudo">
<div>
<p>O mosquito Aedes aegypti é o principal transmissor do vírus e suas larvas nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução desse vetor é a melhor forma de se prevenir contra o Zika vírus. Veja como:</p>
<h3>Evite o acúmulo de água</h3>
<p>O mosquito coloca seus ovos em água limpa, mas não necessariamente potável. Por isso é importante jogar fora pneus velhos, virar garrafas com a boca para baixo e, caso o quintal seja propenso à formação de poças, realizar a drenagem do terreno. Também é necessário lavar a vasilha de água do bicho de estimação regularmente e manter fechadas tampas de caixas d&#8217;água e cisternas.</p>
<h3>Coloque areia nos vasos de plantas</h3>
<p>O uso de pratos nos vasos de plantas pode gerar acúmulo de água. Há três alternativas: eliminar esse prato, lavá-lo regularmente ou colocar areia. A areia conserva a umidade e ao mesmo tempo evita que e o prato se torne um criadouro de mosquitos.</p>
<p>Ralos pequenos de cozinhas e banheiros raramente tornam-se foco de Zika Vírus devido ao constante uso de produtos químicos, como xampu, sabão e água sanitária. Entretanto, alguns ralos são rasos e conservam água estagnada em seu interior. Nesse caso, o ideal é que ele seja fechado com uma tela ou que seja higienizado com desinfetante regularmente.</p>
<h3>Limpe as calhas</h3>
<p>Grandes reservatórios, como caixas d&#8217;água, são os criadouros mais produtivos de <em>Aedes</em>, mas as larvas do mosquito podem ser encontradas em pequenas quantidades de água também. Para evitar até essas pequenas poças, calhas e canos devem ser checados todos os meses, pois um leve entupimento pode criar reservatórios ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti.</p>
<h3>Coloque tela nas janelas</h3>
<p>Embora não seja tão eficaz, uma vez que as pessoas não ficam o dia inteiro em casa, colocar telas em portas e janelas pode ajudar a proteger sua família contra o mosquito <em>Aedes aegypti</em>. O problema é quando o criadouro está localizado dentro da residência. Nesse caso, a estratégia não será bem sucedida. Por isso, não se esqueça de que a eliminação dos focos da doença é a maneira mais eficaz de proteção.</p>
<h3>Cuide dos lagos caseiros e aquários</h3>
<p>Peixes são grandes predadores de formas aquáticas de mosquitos e, portanto, lagos e aquários representem um risco menor para proliferação do mosquito. O cuidado maior deve ser dado às piscinas que não são limpas com frequência.</p>
<h3>Seja consciente com seu lixo</h3>
<p>Não despeje lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos. Assim você garante que eles ficarão desobstruídos, evitando acúmulo e até mesmo enchentes. Em casa, deixe as latas de lixo sempre bem tampadas.</p>
<h3>Use de repelentes</h3>
<p>Repelentes são uma importante estratégia de proteção a picada de mosquitos. Recomenda-se, o uso de produtos industrializados, certificados pela ANVISA. Repelentes caseiros, como andiroba, cravo-da-índia, citronela e óleo de soja não possuem forte comprovação científica de sua eficácia e não devem ser utilizados em substituição aos produtos aprovados pelas agências reguladoras para essa finalidade. Os produtos atualmente comercializados e autorizados como repelentes no Brasil podem ser utilizados na gestação e amamentação com segurança. O uso desses repelentes em crianças deve respeitar as restrições da embalagem e discutidas com o pediatra. A frequência e o modo de usar variam de um produto para o outro e também devem ser seguidas de acordo com a embalagem. Protetores solares podem reduzir a atividade dos repelentes. Quando usados ao conjuntamente, aplique o protetor antes da aplicação do repelente.</p>
<h3>Use de roupas protetoras</h3>
<p>O uso de roupas que cobrem braços e pernas reduz a área de exposição corporal a picadas de insetos e configura uma boa estratégia de prevenção de doenças transmitidas por esses agentes. Alguns produtos do mercado, contém substâncias repelentes como a permetrina que aumentam a eficácia dessa estratégia.</p>
</div>
<p><span style="color: #cccccc;">Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/zika-virus" target="_blank" rel="noopener">http://www.minhavida.com.br/saude/temas/zika-virus</a></span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div>
<p>O post <a href="https://www.bioanalisepva.com.br/zika-virus-sintomas-tratamentos-e-causas/">Zika Vírus &#8211; Sintomas, Tratamentos e Causas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bioanalisepva.com.br">Bioanalise</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
